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    Predador: Terras Selvagens | Crítica

    Will WeberBy Will Weber09/11/2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    Predador: Terras Selvagens acerta na aventura, se distancia do seu antecessor e constrói um futuro interessante para franquia.

    Algumas franquias tem conseguido uma nova “vida” nos últimos anos com a chegada de diretores que procuram inovar sem precisar se entregar às megalomanias hollywoodianas de contar história. Dan Trachtenberg é um deles, desde ‘Predador: A Caçada’, passando por ‘Predador: Assassino de Assassinos’, o cineasta trouxe um novo olhar para uma das criaturas mais icônicas do cinema. E lógico que sua próxima produção nesse universo era aguardada com muita expectativa.

    Com isso, Predador: Terras Selvagens acerta na aventura, se distancia do seu antecessor no tom e constrói um futuro interessante para franquia. Por mais que aqui todo o aspecto “adulto” seja deixado de lado, para que um início de jornada seja construído, o longa entrega boas sequências de ação, ambientações criativas e conexões com outra franquia. O resultado é satisfatório e criativo, abrindo possibilidades inúmeras para o que possa ser contado a seguir, e ampliando ainda mais uma mitologia repleta de peculiaridades. Ou seja, o que Dan Trachtenberg fará com o Predador a seguir, nos deixa ainda mais ansiosos.

    Fale Mais Sobre Isso

    Um jovem predador é rejeitado por seu clã, e ao escapar da morte, acaba sendo direcionado a um plante remoto a fim de cumprir o propósito de derrotar uma criatura que muitos de sua raça já tentaram trazer a cabeça. Nisso, ele conhece Thia, uma ciborgue presa naquela planeta, e o que parecia ser uma parceria impossível, se torna o único do jovem caçador alienígena sobreviver naquele local inóspito!

    Ampliando o universo do Predador

    Dan Trachtenberg é quem comanda a produção e após duas obras bem sucedidas na franquia (Predador: A Caçada e Predador: Assassino de Assassinos), o seu retorno ao universo criou várias expectativas positivas.

    E aqui o diretor não apenas continua acertando, mas amplia ainda mais uma mitologia que ainda nos deixa curiosos.

    Com isso, a produção se encarrega de demonstrar costumes, hierarquias e tradições que envolve o clã dos Yautjas, como por exemplo, em que momento eles ganham a tecnologia de camuflagem.

    Ao mesmo tempo, a direção explora outros aspectos do protagonista caçador alienígena, como seu vínculo familiar, o senso de querer encontrar o seu lugar em meio a Predadores maiores, e mais capazes, além criar camadas que vão além dos grunhidos, e berros assustadores quando está sem máscara.

    De igual modo, o design de produção acerta em cheio, tanto nos equipamentos do Predador, quanto em sua armadura como um todo, chegando ao planeta em que a história se desenvolve. Cada criatura, cada animal e ambiente transmitem a atmosfera de perigo esperada, deixando o protagonista a mercê do que possa vir a acontecer.

    Logo, o trabalho de Dan Trachtenberg se fundamenta ainda mais na franquia pelo fato daqui entregar elementos novos, se distanciar do que ele mesmo, e seus antecessores já fizeram, mirando no que pode vir acontecer. Para frustração de alguns e alegria de outros!

    Predador: Terras Selvagens / Disney, 2025

    Menos brutal, mais gameficação

    ‘Terras Selvagens’ poderia ser facilmente o enredo de um game da franquia. Onde o protagonista após perder tudo, se vê em local diferente, tendo que aprender novamente o que sabe, para conseguir escapar e enfrentar o desafio derradeiro que o coloca como um ser importante em seu clã. Em meio a isso, vínculos se criam, novas habilidades surgem e inimigos são derrotados.

    E não, este não é um problema para essa narrativa que busca deixar a brutalidade de lado em vários momentos, focando na aventura!

    Quando o Predador se une a Thia, a ciborgue esquecida no planeta, a dinâmica de pessoas diferentes que se tornam amigas começa a se desenhar na tela, com momentos cômicos, e também carregados de ação. E quando menos se espera, mais uma adição chega, tornando a dupla um trio que possui uma ótima dinâmica.

    E talvez isso faça (ou já está fazendo) muita gente torcer o nariz. Em certo ponto, com razão, já que alguns momentos nitidamente possuem aquela fórmula Disney do “poder da amizade” que estranhamente se encaixa aqui, justamente por se tratar de uma história do Predador. Prejudica a narrativa? Não mesmo, mas faltaram minutos para que uma música começasse a tocar e os personagens cantassem.

    Piadas à parte, o longa se encarrega de fazer uma bela alegoria sobre amadurecimento e a busca por encontrar o lugar em meio selvageria, dando espaço até mesmo para Weyland-Yutani nos acenar conectando essa história, com a de outro Alien conhecido. Sim, certas sequências soam como grandes cutscene bem executadas, porém para um geração que certamente não viu o clássico de 1987, esta é uma boa porta de entrada neste universo.

    Predador: Terras Selvagens / Disney, 2025

    E Vale o Ingresso?

    Predador: Terras Selvagens acerta na aventura, se distancia do seu antecessor no tom e constrói um futuro interessante para franquia. Por mais que aqui todo o aspecto “adulto” seja deixado de lado, para que um início de jornada seja construído, o longa entrega boas sequências de ação, ambientações criativas e conexões com outra franquia.

    O resultado é satisfatório e criativo, abrindo possibilidades inúmeras para o que possa ser contado a seguir, e ampliando ainda mais uma mitologia repleta de peculiaridades. Ou seja, o que Dan Trachtenberg fará com o Predador a seguir, nos deixa ainda mais ansiosos.

    Predador: Terras Selvagens está em cartaz nos cinemas!

    • Veja também: Crítica de Frankenstein de Guillermo del Toro
    Cinema crítica filme Filmes Predador
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    Will Weber

    Editor-chefe do Geek Guia, professor de Língua Portuguesa e podcaster.

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