Minha Melhor Amiga é o encontro da autenticidade e do humor de duas grandes atrizes, com uma história sobre quem escolhemos para estar do nosso lado.
Ingrid Guimarães e Mônica Martelli juntas possuem mais de R$ 250 milhões de reais arrecadados nas bilheterias nacionais. Suas franquias ‘De Pernas para o Ar’ e ‘Os Homens são de Marte’ são comprovadamente um sucesso de público, mas por mais que essas histórias permeiem nosso imaginário cinematográfico há anos, a dupla de atrizes, que são amigas na vida real de longa data, não haviam trabalhado juntas na sétima arte! Até agora.
Desta forma, Minha Melhor Amiga é o encontro da autenticidade e do humor de duas grandes atrizes, com uma história sobre quem escolhemos para estar do nosso lado. O improviso, a rapidez dos diálogos e as vivências ganham forma, em uma narrativa que aborda amadurecimento, escolhas e mudanças que todo mundo um dia passa na vida. Ao mesmo tempo, o longa se apoia no carisma, na comédia dinâmica de dois talentos que se juntam de forma leve para abordar diferentes assuntos, nos fazendo rir a partir de uma identificação quase que imediata, trazendo aspectos do universo feminino de forma direta, capazes então de nos arrancar gargalhadas e emocionar na mesma proporção.
Fale mais sobre isso
Julia e Clara chegaram aos 50 anos e suas vidas começam a ser mexidas por diferentes situações. E quando suas filhas viajam para a Europa, as amigas decidem visitá-las, aproveitando os momentos de férias. Logo, os perrengues, as descobertas e as decisões do que farão no futuro ganham forma de maneira cômica a cada nova situação.
Amor, dinâmica total, total!
Comandado por Susana Garcia, que tem em seu currículo sucessos como ‘Minha Vida em Marte’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’, a direção sabe como extrair os momentos exatos de cada uma das figuras que estão em tela.
Com isso, Ingrid e Mônica estabelecem uma dinâmica fluida, leve e natural que quase não percebemos onde começam as personagens e terminam as atrizes, justamente pelo fato do roteiro se inspirar diretamente na amizade das duas, e nas situações que já vivenciaram.
Deste modo, a direção longa torna esse dinamismo o principal trunfo da produção, alinhado ao humor certeiro construído também com toques de improviso. E esses momentos espontâneos são o charme que fazem o público rir, encontrar identificação, e se emocionar na mesma proporção.
E assim temos as protagonistas sendo resgatadas em alto mar, carro sendo guiado sem chave, xixi sem controle e tentativas de tentar entender o que acontece com as filhas dentro da narrativa.
Obviamente, Ingrid Guimarães e Mônica Martelli nos pegam pela mão e nos conduzem pela comédia despretensiosa, de costumes, mas que nos lembra o tempo todo que estamos falando não apenas de mães, e sim de mulheres que estão reencontrando diferentes formas de enfrentar seus medos, embarcando em novas jornadas, servindo como exemplo estampado das possibilidades que existem, dialogando diretamente com quem são os espectadores e espectadoras.
Logo, o filme é o encontro da autenticidade e do humor de duas grandes atrizes, com uma história sobre quem escolhemos para estar do nosso lado.

Além do que vemos das nossas mães
Existe toda uma pressão sobre a mulher em nossa sociedade. Suas escolhas são questionadas, profissões são colocadas em xeque e a maternidade surge como o único discurso adequado. Contudo, nessa história, o ponto essencial é vermos além daquela figura que é apenas a mãe.
Clara e Julia entendem onde suas vidas estagnaram e a decisão da viagem, com o pretexto de encontrarem as filhas que foram para um intercâmbio, se torna a motivação para descobertas e o abandono de indecisões que ainda rondavam suas vidas. Seja se apaixonar, seja entender que algo precisa chegar ao fim, o talento de Ingrid e Mônica faz com que abracemos aquelas personas, encontrando em nós um pouco de Julia e Clara.
Ao mesmo tempo, o humor faz com que a leveza da narrativa trate de assuntos importantes como o prazer feminino, sexo na adolescência, uso de substâncias, como no vape, e mudança de carreira. E a risada é praticamente constante, indo do momento em que a dupla protagonista não sabe como ligar o ar condicionado do quarto do hotel, até deixar possíveis pretendentes sozinhos em seus respectivos encontros.
E quando você menos espera, um “sorry” te arranca lágrimas, nos lembrando que alguém já havia nos contado muito sobre as mães do nosso Brasil, e infelizmente não está mais conosco. Desse modo, lembrando do legado de Paulo Gustavo, as amigas em cena se abraçam e lembram que ele iria gostar daquele momento, como se agora as histórias sobre ser muito mais do que ser uma matriarca nos cinemas ganhasse ainda mais forma com Mônica e Ingrid.

E Vale o Ingresso?
Minha Melhor Amiga é o encontro da autenticidade e do humor de duas grandes atrizes, com uma história sobre quem escolhemos para estar do nosso lado. O improviso, a rapidez dos diálogos e as vivências ganham forma, em uma narrativa que aborda amadurecimento, escolhas e mudanças que todo mundo um dia passa na vida.
Ao mesmo tempo, o longa se apoia no carisma, na comédia dinâmica de dois talentos que se juntam de forma leve para abordar diferentes assuntos, nos fazendo rir a partir de uma identificação quase que imediata, trazendo aspectos do universo feminino de forma direta, capazes então de nos arrancar gargalhadas e emocionar na mesma proporção.
Minha Melhor Amiga está em cartaz nos cinemas.
Importante: Fique até o final para ver cenas de making off!
- Veja também: Crítica de Quinze Dias
Minha Melhor Amiga é o encontro da autenticidade e do humor de duas grandes atrizes, com uma história sobre quem escolhemos para estar do nosso lado. O improviso, a rapidez dos diálogos e as vivências ganham forma, em uma narrativa que aborda amadurecimento, escolhas e mudanças que todo mundo um dia passa na vida.
