Devoradores de Estrelas é uma das melhores ficções científicas dos últimos anos e um dos melhores filmes de 2026!
Você consegue pensar, nos últimos dois anos, em qual foi o filme que te deixou feliz ao sair da sessão do cinema? Talvez você consiga contar nos dedos, e preencha uma mão com sua seleção, porque, sejamos sinceros, não é sempre que saímos com aquela sensação satisfação plena após os créditos subirem. E desta vez, Ryan Gosling e uma pedra alienígena conseguem essa façanha!
Assim, Devoradores de Estrelas é uma das melhores ficções científicas dos últimos anos e um dos melhores filmes de 2026! A mescla da temática de fim do mundo, com exploração espacial, primeiro contato vida extraterreste, aventura e humor, funciona de maneira tão exímia que não tem como desviar o olhar a medida que a história se desenrola na nossa frente. E quando menos esperamos, estamos rindo, preocupados, torcendo pelos protagonistas e indo as lágrimas nos confins do espaço com um astronauta inesperado, e seu parceiro formado por rochas!
Fale mais sobre isso
O professor de ciências do ensino fundamental Ryland Grace acorda em uma espaçonave a anos-luz da Terra. Sem memória alguma de quem é ou como foi parar ali, o professor se encontra sozinho. Aos poucos, suas lembranças voltam e ele recorda que foi recrutado para uma missão especial para investigar o motivo pelo qual o Sol está morrendo na Via Láctea. Ryland então precisará recorrer aos seus conhecimentos científicos para resolver esse enigma o mais rápido possível, porém, o que parecia ser apenas uma trajetória solitária se transforma em uma viagem na companhia de uma amizade inesperada.
A interação improvável mais cativante de 2026
Phil Lord e Christopher Miller, conhecidos por seu trabalho em Homem-Aranha no Aranhaverso, conduzem essa produção que certamente estará na lista dos melhores filmes de 2026!
Adaptando o livro homônimo de Andy Weir, os diretores realizam um trabalho exímio que mergulha na aventura, abraça o humor, e quando necessário, emociona o seu público.
Para isso, vamos conhecendo aos poucos nosso protagonista. Quais eram suas ações na Terra, o que pretendia e como chegou naquela espaçonave. Ao mesmo tempo, o senso de solitude vai ganhando traços cômicos, como se o espectador não deixasse o protagonista tão sozinho a cada risada que ele nos arranca.
E quando menos esperamos (justamente para os que não leram o livro, como o autor dessa crítica), surge um personagem fora do comum, tanto em sua forma, como na interação. Rocky, o alienígena formado por pedras. Tão cativante quanto o astronauta humano.
Essa dupla improvável conduz então todas as nossas expectativas, surpresas e emoções ao longo da trama. Nos assustamos com eles, ficamos apreensivos, vibramos com suas descobertas, e sim, deixamos lágrimas cair! E os diretores juntam isso com ida a planetas inóspitos, fugas perigosas, resgates absurdos, e flashbacks que vão montando ainda mais os elementos que nos fizeram ter empatia pela figura do professor astronauta!
Assim, a mescla da temática de fim do mundo, com exploração espacial, primeiro contato vida extraterreste, aventura e humor, funciona de maneira tão exímia que não tem como desviar o olhar a medida que a história se desenrola na nossa frente.

A salvação do mundo nas mãos de um professor
Ryland Grace era um professor do ensino fundamental que se vê tendo que descobrir o porquê de microrganismos serem os responsáveis pelo fim do nosso sol. Para isso, ele acaba sendo levado ao espaço, mas quando pensava estar sozinho, ele dá início a uma amizade com um estranho alienígena de pedra, ao qual ele chama de Rocky. E assim ambos partem na jornada para salvar a Terra, e outros planetas da destruição.
Esta é uma daquelas ficções científicas que sabe como mexer com nossos sentimentos.
Ao estabelecer a amizade entre um humano e um ser de outro planeta, o espectador passa a desejar o sucesso de ambos na missão. E quando os perigos surgem, não queremos que nem um, e nem o outro corram qualquer risco. Logo, essa dupla vai ganhando novos contornos, camadas, e personalidade, demonstrando um apuro narrativo bem aplicado.
De igual modo, à medida que vamos entendendo a missão, os conceitos são explicados de forma interessante, didática obviamente, mas sem parecer uma aula chata de ciências, já que as teorias são colocadas em prática, o que resultam em ótimos momentos de ação em tela. Sem contar que o visual também é um dos grandes pontos altos, mesclando cores, luzes, com o profundo escuro do espaço!
Ademais, é impossível não citar o que Ryan Gosling faz aqui! Seu personagem experimenta todas as sensações possíveis, e o ator nos leva pela mão por cada uma delas. Torcer por ele se torna um exercício matemático fácil de resolver, onde o resultado é sempre positivo!

E vale o ingresso?
Devoradores de Estrelas é uma das melhores ficções científicas dos últimos anos e um dos melhores filmes de 2026! A mescla da temática de fim do mundo, com exploração espacial, primeiro contato vida extraterreste, aventura e humor, funciona de maneira tão exímia que não tem como desviar o olhar a medida que a história se desenrola na nossa frente.
E quando menos esperamos, estamos rindo, preocupados, torcendo pelos protagonistas e indo as lágrimas nos confins do espaço com um astronauta inesperado, e seu parceiro formado por rochas!
Devoradores de Estrelas está em cartaz nos cinemas!
- Veja também: Crítica de Eles Vão te Matar
Devoradores de Estrelas é uma das melhores ficções científicas dos últimos anos e um dos melhores filmes de 2026! A mescla da temática de fim do mundo, com exploração espacial, primeiro contato vida extraterreste, aventura e humor, funciona de maneira tão exímia que não tem como desviar o olhar a medida que a história se desenrola na nossa frente. E quando menos esperamos, estamos rindo, preocupados, torcendo pelos protagonistas e indo as lágrimas nos confins do espaço com um astronauta inesperado, e seu parceiro formado por rochas!
