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    Pokémon Legends: Z-A – A Revolução Urbana de Lumiose | Crítica

    Matheus LimaBy Matheus Lima02/11/2025Updated:02/11/2025Nenhum comentário5 Mins Read
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    Pokémon Legends: Z-A já está disponível e bora falar sobre o game!

    Pokémon Legends: Z-A chegou para dar um novo gás na franquia, trazendo de volta a Mega Evolução e nos jogando no meio da grandiosa Cidade de Lumiose.

    O jogo se propõe a ser a próxima grande evolução, seguindo os passos de Legends: Arceus e focando na reconstrução de uma das cidades mais icônicas da série.

    Se você, assim como eu, estava ansioso por essa continuação espiritual de Pokémon X & Y, pode respirar aliviado: o jogo é muito bom, muito divertido e, no geral, entrega uma ótima diversão.

    Mergulhando de cabeça nessa aventura, percebe-se que a Game Freak acertou a mão em muita coisa, mas tropeçou feio em outras que estamos cansados de ver. É um jogo de altos e baixos, mas que, no final das contas, te deixa com aquela sensação boa de ter jogado um Pokémon que trouxe um diferencial.

    A Ambientação e a História: O Charme Inegável de Lumiose

    A ambientação é um show à parte e, de longe, um dos maiores acertos do jogo. A Cidade de Lumiose, que está passando por um plano de “reabilitação urbana”, é visualmente interessante e tem uma ambientação incrível. A sensação de estar em uma metrópole viva, com Pokémon e humanos coexistindo de uma forma mais orgânica, é palpável.

    Você sente que a história é uma ótima continuação de X & Y, amarrando pontas soltas e expandindo o universo de Kalos de uma forma impressionante.

    A trama é divertida e, o que é melhor, os NPCs são muito interessantes, com diálogos e personalidades que dão vida à metrópole. Essa imersão, essa sensação de estar em um mundo que te acolhe, é o que eu chamo de “tranquilidade” do jogo. É o momento em que você esquece os problemas e só quer explorar.

    O Combate em Tempo Real: A Mecânica que Revolucionou

    Pokémon

    Um dos maiores acertos, e que merece ser aplaudido de pé, é a nova mecânica de batalha. Esqueça a mesmice dos turnos tradicionais. O jogo agora tem uma pegada mais dinâmica, e a nova mecânica é simplesmente ótima. Não batalhar mais em turno é algo satisfatório, eu diria.

    Essa fluidez no combate, onde você se move em tempo real e lança os ataques no momento certo, é o que faz a jogabilidade ser muito divertida. O jogo te força a pensar rápido, a usar o ambiente e a posicionar seu Pokémon, especialmente no novo modo Z-A Royale. É um sistema que funciona perfeitamente para o single-player e que, surpreendentemente, faz as batalhas online serem interessantes, trazendo um novo nível de estratégia para a competição. É o tipo de inovação que a gente espera de uma série que já tem mais de 20 anos.

    O Retorno da Mega Evolução e o Dilema do Design

    A volta da Mega Evolução era algo que parte da comunidade pedia há anos, e ela está de volta, mas não sem ressalvas. O conceito é incrível, mas a execução… Bem, a execução é Game Freak.

    Certas batalhas de Mega Evolução são desinteressantes, parecendo mais um gimmick do que uma mecânica essencial. E, para ser sincero, algumas Mega Evoluções estão feias pra caramba. Parece que o design não foi pensado com o mesmo carinho em todos os casos, e a gente fica com aquela sensação de que o potencial foi desperdiçado em alguns Pokémon.

    Os Problemas Crônicos: Texturas de PS2 e Cenas que Não Acabam

    Mas o que realmente tira o brilho de Legends: Z-A são os problemas crônicos que a Game Freak insiste em não resolver. O jogo tem falhas que a gente já viu em Scarlet/Violet e até mesmo em Arceus.

    A textura do jogo é extremamente mal feita, e isso é algo que a comunidade já cansou de reclamar, com gente dizendo que parece textura de PS2. É frustrante ver um jogo com uma jogabilidade tão inovadora esbarrar em gráficos que parecem de outra geração. A Game Freak precisa resolver essa questão de qualidade visual, porque isso é um erro que eles costumam cometer e estão cometendo nesse jogo também.

    Além dos problemas visuais, o ritmo da história é quebrado porque certas cenas não é possível pular, o que torna a rejogabilidade um pouco mais chata e tediante. Você quer avançar, quer lutar, mas o jogo te prende em diálogos e animações que, depois da primeira vez, só servem para te irritar.

    Também tem cenas desnecessárias em missões secundárias, sinceramente, a maioria só fiz pela recompensa ou para tirar do mapa, mas insistem em acrescentar um enredo nela, além de uma cena que você é obrigado a assistir e interagir.

    O Veredito Final: Um Jogo de Contraste

    No fim das contas, Pokémon Legends: Z-A é um jogo de contrastes gigantescos. Ele inova onde precisa, com uma jogabilidade que te prende e uma ambientação que te faz querer explorar cada canto de Lumiose.

    Apesar dos problemas de textura e das Mega Evoluções questionáveis, a diversão pura e a satisfação da nova mecânica de combate superam os defeitos.

    Pokémon Legends: Z-A está disponível para Nintendo Switch 2e Nintendo Switch!

    • Veja também: Crítica de G-Dragon In Cinema: Übermensch
    8.0 Ótimo

    Legends: Z-A é um passo ousado e divertido para a franquia. A nova mecânica de combate e a ambientação de Lumiose City são acertos que superam os erros técnicos crônicos da Game Freak. É um jogo que vale a pena, mesmo com as texturas de PS2.

    • 8
    • User Ratings (2 Votes) 8
    crítica GameFreak games nintendo Pokémon Pokémon Legends Z-A Review
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    Matheus Lima

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