Estúdio de James Wan supera 1 bilhão em bilheteria! Saiba mais!
A estratégia de baixo custo e alto impacto das gigantes Blumhouse e Atomic Monster atingiu um patamar inédito no último ano. Mesmo sob o fantasma de uma possível saturação do gênero — alimentada pelo desempenho morno de M3GAN 2.0 — o balanço final das produtoras revelou uma saúde financeira invejável. Juntos, os estúdios faturaram US$ 1,022 bilhão em bilheteria global, um marco histórico que consagra a parceria entre as empresas ao ultrapassar, pela primeira vez, a barreira do bilhão em um ciclo de 12 meses.
O que torna o feito ainda mais emblemático é a eficiência operacional: para alcançar esse faturamento com oito títulos, o investimento total em produção foi de apenas US$ 204 milhões. Ou seja, o retorno sobre o capital investido foi massivo. O grande motor dessa engrenagem foi Invocação do Mal 4: O Último Ritual. O longa não apenas liderou as receitas com US$ 494,6 milhões, como também assumiu o posto de capítulo mais lucrativo de toda a franquia, superando os números de A Freira (US$ 366 milhões).
O pódio de sucessos do ano é completado por duas sequências de peso: Five Nights at Freddy’s 2, que angariou US$ 201,8 milhões (garantindo sua força principalmente no mercado doméstico americano), e O Telefone Preto 2, que sob a direção de Scott Derrickson, levou US$ 132,1 milhões aos cofres das companhias.
Abaixo do topo, outros títulos ajudaram a encorpar os números finais. A adaptação de Stephen King, O Macaco, registrou uma performance digna de nota com US$ 68,8 milhões globais. No caso de M3GAN 2.0, embora os US$ 39 milhões faturados tenham ficado aquém do fenômeno do primeiro filme, o valor ainda representou um saldo positivo para o estúdio. Por fim, a lista de contribuições para o ano recordista fecha com as bilheterias de Lobisomem (US$ 34 milhões), Drop: Ameaça Anônima (US$ 28 milhões) e A Mulher no Jardim (US$ 23 milhões).
